Planeta Global

Sexta-Feira, 19 de Abril de 2019

1955-1980 – A partir de 1955, os Diários e Emissoras Associados, através da TV Tupi, assumiram a promoção e a tornaram uma das maiores festas de confraternização Brasileira superada apenas pela Copa do Mundo

Miss Brasil, encerrou suas apresentações no Quitandinha, transferiu-se para o Maracanãzinho em 1958. A partir dessa época, o concurso foi um sucesso de público e de bilheteria. Todos queriam assistí-lo.

Até 1980, ano da falência da Rede Tupi, ele foi realizado no Quitandinha (Petrópolis), Pavilhão de São Cristovão (Rio de Janeiro) e Ginásio Presidente Médici, em Brasília. Mas seu auge aconteceu no período de 1958 a 1972, quando o Maracanãzinho chegava a receber 30 mil pessoas para assistir a eleição.

De 1981 até 1989, passou a acontecer na nova Rede de Emissoras, SBT, tendo o Anhembi (1981 a 1987) e o Teatro Silvio Santos (1988/1989), ambos na capital paulista, estes sediaram o evento que tinha como mestre de cerimônias o apresentador Silvio Santos.

*1990 - * Não houve eleição de Miss Brasil
Em 1990, o SBT desistiu da promoção e o Brasil não foi representado no Miss Universo.

1993 – Leila Schuster (Rio Grande do Sul) - Indicada sem eleição, para representar o país no Miss Universo
1991-1993 – Marlene Brito, a então Coordenadora do Miss Brasil, à época do período do SBT, sob a empresa The Most Of Brazilian Beauty, por ela criada, retoma o evento que continua tendo São Paulo, como sede, mas sem televisão.

1994-1996 – Numa tentativa de recuperar o prestigio que o evento vinha perdendo nos últimos anos, os organizadores internacionais, apoiados pela FEBRACOS, associação de jornalistas (colunistas sociais) Brasileiros, devolvem a responsabilidade da promoção à Paulo Max, mestre de cerimônias e um dos organizadores durante o período áureo do concurso e também devolvem ao Rio de Janeiro a sede da festa, que é transmitida em VT pela Rede Record, no ano de 1996.

1997-1998 – A continuidade segue pela Singa Brasil, que é uma empresa de Paulo Max Filho e Ana Paula Sang, filhos de Paulo Max, que decidem manter a promoção após o falecimento dos seus pais em agosto de1996. O evento é realizado pela primeira vez no Nordeste, em Teresina – 1997 e em São Paulo – 1998. Nestes dois anos  foram transmitidos por regiões pelas Redes Manchete e Record.

Desde 1999, a GAETA Promoções, empresa criada pelo Coordenador nacional do Miss Brasil desde 1994, Boanerges Gaeta Júnior é a responsável pela realização do Miss Brasil, que teve suas edições de 1999, 2000 e 2001 sediadas no Rio de Janeiro e transmitidas regionalmente pela CNT

Em 2002, a Miss Brasil 1997, Nayla Micherif, se associa à empresa que continua a realizar o evento no Rio de Janeiro e tem sua transmissão “ao vivo” para todo o país, pela Rede TV.

A festa dos 50 anos do concurso aconteceu em 2004 e reuniu 32 ex-Misses Brasil num grande acontecimento.

A Rede Bandeirantes de Televisão, em 2003 se torna parceira da empresa responsável e desde então, assim, produz e transmite o evento “ao vivo”, para todo o país, tendo 2003 e 2004, a cidade de São Paulo, como sede e o Rio de Janeiro nas edições de 2005, 2006 e 2007.

A direção da Organização Miss Brasil Universo já decidiu que os concursos estaduais do ciclo do Miss Brasil 2020 serão antecipados para o período de agosto a dezembro de 2019. A meta é faze com que o primeiro semestre seja dedicado à realização dos concursos municipais, informou uma fonte da coordenação. O primeiro Estado a anunciar antecipação de data foi o Riu Grande do Sul. A data ainda não foi anunciada pela coordenação estadual.
Outras coordenações, no entanto, preferiram adotar a cautela na marcação das datas dos certames do Miss Brasil 2020, que vai credenciar a representante do país para a 69ª edição do Miss Universo, a ser realizada no final do próximo ano. Um dos coordenadores disse que prefere esperar o anúncio oficial do calendário dos estaduais a ser feito pela Polishop e pela Band, sócias na Organização Miss Brasil Universo ao lado da IMG, em meados de maio, dois meses depois de Mayra Dias, 27, já ter feito sua sucessora.

A Organização Miss Brasil Universo disse que não vai comentar “iniciativa isolada de coordenação estadual”, em referência ao caso do Rio Grande do Sul. Band e Polishop chegaram a pedir segredo das informações relativas à preparação da próxima edição do Miss Brasil e exigir atenção só para o Miss Brasil 2019, que acontece no sábado (9), no São Paulo Expo, na zona sudeste de São Paulo. Na prática, Goiás, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo já iniciaram as eleições de suas candidatas municipais meses antes do Miss Brasil 2019 e suas informações são de conhecimento público. O calendário de concursos municipais deve ser retomado na quarta-feira  (20), com a eleição da candidata de Aracaju para o Miss Sergipe 2020. No Pará, a coordenação de Marabá (698 km ao sul de Belém) abriu inscrições para a etapa municipal do Miss Brasil 2020.



O Grupo Bandeirantes de Comunicação e a Polishop fecharam questão quanto ao mês de realização da 65ª edição do concurso de Miss Brasil. Inicialmente, as duas empresas trabalham com a realização do evento no dia 30 de março, mas tudo vai depender de negociações a serem conduzidas com governos de Estados e prefeituras que manifestarem interesse antes do dia 1º de dezembro. Esse é o prazo limite, inclusive para equipers de transição de governadores eleitos ou reeleitos acertarem alguma coisa em relação à realização da etapa brasileira do Miss Universo 2019 no Estado interessado.
A Organização Miss Brasil Universo, joint venture de Band e Polishop, vai esperar passar a refrega eleitoral do segundo turno, marcado para o domingo (28) para, aí sim, iniciar as trativas com equipes de transição de governadores eleitos e governadores reeleitos para decidirem como será a oferta do projeto de sede do Miss Brasil para cada Estado. Se todas as tratativas derem certo, o contrato de organização deverá ser assinado ainda em novembro, antes do embarque da Miss Brasil 2018 Mayra Dias, 27, para competir na 67ª edição do Miss Universo, a ser realizada daqui a dois meses, na Impact Arena em Bangcoc.
O Rio Grande do Sul será o último Estado a eleger candidata para o Miss Brasil 2019, no sábado, 23 de fevereiro. Missólogos especulam que o Estado deverá ter algum tipo de vantagem para sediar o concurso nacional. Nenhuma cidade da região sul sediou o Miss Brasil desde sua criação, em 1954. Juntos, os três Estados da região – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – tem 22 títulos de Miss Brasil e participações no Miss Universo.
Desde 2017, a Polishop tem feito um esforço para tirar o Miss Brasil da cidade de São Paulo e levá-lo a polos turísticos, como foi o caso de Ilhabela. Em 2018, Mangaratiba, na Costa Verde fluminense, recebeu atividades preliminares do Miss Brasil, A final que culminou na eleição de Mayra ocorreu no dia 26 de maio, no Riocentro, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Está longe de acabar a novela da data da realização da 65ª edição do concurso de Miss Brasil. A Rede Bandeirantes e a Polishop, empresas organizadoras do evento, ainda não fecharam questão sobre que data vão usar para a eleição apressada da sucessora da amazonense Mayra Dias, 27. A emissora defende a realização do concurso no dia 9 de março, mas a empresa de varejo trabalha com a data de 16 de março, um sábado, para acomodar uma convenção de vendas, ainda não agendada.
A queda de braço entre Band e Polishop tem a ver com o final do contrato de transmissão do Miss Universo com a emissora paulista, que vence em 2020. Desde 2012, a Band tem desinvestido sistematicamente nas coberturas do concurso internacional, não enviando jornalistas para as cidades-sede, prejudicando o desempenho das candidatas brasileiras. Em dezembro, a Band não mandou ninguém para apoiar Mayra em Bangcoc.
Um grupo de coordenadores estaduais recebeu uma circular da Polishop informando da realização do Miss Brasil 2019 no dia 9 de março, no São Paulo Expo, na zona sudeste da capital paulista. O local foi usado para o Miss São Paulo 2019, realizado em outubro. Procurada, a Band não se manifestou.