Planeta Global

Segunda-Feira, 21 de Janeiro de 2019



Miss Brasil Supranational trata-se de um título dado à uma candidata brasileira para que esta dispute a coroa e a faixa de Miss Supranational. O Brasil participa do evento internacional desde seu primeiro ano, mas só houve realmente uma competição à nível nacional em 2014, sob a coordenação do empresário Luiz Roberto Kauffmann. Após o concurso, as candidatas passaram a ser indicadas pela organização do concurso, cuja taxa de inscrição não é paga.

2009

Karine Osório

AcreAcre

Realização conjunta ao
concurso de
Miss Mundo Brasil.

2010

Luciana Bertolini

RoraimaRoraima

2011

Suymara Barreto

RondôniaRondônia

2012

Mariane Silvestre

SergipeSergipe

2013

Raquel Benetti

Espírito Santo (estado)Espírito Santo

Sociedade Ginástica

2014

Milla Vieira

BahiaBahia

Shopping Eldorado

2015

Amanda Gomes

São PauloSão Paulo

2016

Clóris Junges

ParanáParaná

2017

Thayná Lima

Distrito Federal (Brasil)Distrito Federal

2018

Bárbara Reis

Mato GrossoMato Grosso

Hotel Fazenda "Mato Grosso"

 

A noite foi de Bárbara Reis. Desde de o começo do concurso que elegeu a décima Miss Supranational, realizado na Polônia no dia 7 de dezembro, a mato-grossense Bárbara Reis iluminou o palco com sua beleza deslumbrante e muita segurança e carisma ao pisar no palco. Os poloneses que lotavam a arena de gelo onde aconteceu o espetáculo, também se renderam à beleza da brasileira: era a mais aplaudida!

Tendo 7 ex-Misses Supranational e uma Miss Supranational Polônia como juradas, o concurso comemorou a sua décima edição. Após desfiles em trajes típicos e de banho, veio o primeiro corte e 25 seguiram na disputa:

Venezuela, Belarus, Rússia, Ilhas Maurício, Países Baixos, Porto Rico, Guiné Equatorial, Filipinas, Ucrânia, Eslováquia, Índia, Estados Unidos, Austrália, México, Paquistão, Romênia, Vietnã, Malásia, Nigéria, Dinamarca, Indonésia, Colômbia, Brasil, Polônia e Mianmar.

Após novos desfiles em trajes casuais e top model, 10 foram as classificadas, entre elas, a nossa Miss Brasil, que seguia forte na disputa. As outras foram Estados Unidos, Romênia, Porto Rico, Indonésia, Polônia, México, Vietnã, Filipinas e Venezuela.

As 10 semifinalistas realizaram um belíssimo desfile em traje de noite para que fossem adiante as 5 finalistas: Estados Unidos, México, Polônia, Porto Rico e Indonésia.

Para o choque de todos, a brasileira não foi classificada.

Após rodada de perguntas e respostas, foi a Miss Supranational Porto Rico quem levou a melhor, sendo eleita a décima Miss Supranational. Valeria Vazquez ganhou US$ 30.000 em dinheiro e viajará a diversos países representando o concurso.

O segundo lugar coube aos Estados Unidos, com Katrina Jayne Dimaranan, seguida por Magdalena Bienkowska da Polônia em terceiro lugar, Wilda Octaviana Situngkir da Indonésia em quarto e Diana Romero do México na quinta posição.

Durante o jantar de coroação, foram anunciadas as rainhas continentais, escolhidas entre aquelas que não chegaram ao Top 5. Bárbara Reis foi eleita Miss Supranational Américas 2018. Suriname venceu no Caribe, Romênia na Europa, Ilhas Maurício na África, Autrália na Oceania e Vietnã na Ásia. 

Representaram o país no Miss Supra as seguintes misses:

- Karine Osório, paranaense que foi finalista do CNB 2009 representando o Acre. No primeiro Miss Supranational, o de 2009, ela foi a sexta colocada, coroada Miss Supranational Américas.

- Em 2010 foi a vez da Miss Brasil Mundo 2009, a mineira Luciana Bertolini, viajar para a Polônia. Também foi semifinalista e oitava classificada.

- No ano seguinte, em 2011, a Miss Rondônia CNB e terceira colocada no CNB Suymara Barreto, foi semifinalista e ganhou o prêmio de melhor traje típico.

- Em seguida foi a vez de Mariane Silvestre, Miss Sergipe CNB e vice-Miss Brasil Mundo 2011, hoje cantora, representar país no Miss Supranational 2012. Ela não obteve classificação.

- Raquel Benetti, gaúcha eleita vice-Miss Brasil Mundo 2013 pelo Espírito Santo e modelo internacional de sucesso, foi coroada Miss Supranational Brasil e enviada por outra organização, que seria responsável pelo envio das misses brasileiras entre 2013 e 2017. Raquel ficou em sétimo lugar e foi eleita Miss Supranational Américas. Concorreu em Minsk, Belarus.

- Foram enviadas por outra organização a baiana Mila Vieira (eleita em concurso nacional realizado em São Paulo no ano de 2014, não obteve classificação lá fora); a paulista Amanda Gomes em 2015 (não classificada) e a catarinense Clóris Junges em 2016 (Miss SC CNB e semifinalista do CNB 2016, foi enviada por outra organização e conquistou classificação entre as semifinalistas).

- Em 2017, com o abandono da licença pela outra organização, a brasiliense Thayná Lima, participante do CNB 2017 pelo Plano Piloto, foi de forma independente para a Polônia e foi semifinalista.

- Bárbara Reis do Mato Grosso, a nossa décima candidata ao título de Miss Supranational.

Uma curiosidade é que em 10 edições, o Brasil enviou candidatas que representavam 10 unidades da federação diferentes: Acre (2009), Minas Gerais (2010), Rondônia (2011), Sergipe (2012), Espírito Santo (2013), Bahia (2014), São Paulo (2015), Santa Catarina (2016), Distrito Federal (2017) e Mato Grosso (2018).

 

Depois de 5 anos, o CNB volta a obter a licença do Miss Supranational para a escolha da representante brasileira neste evento que faz parte do Grand Slam. A escolhida foi a Miss Mato Grosso CNB e vice-Miss Brasil CNB 2017, Bárbara Reis. Com 20 anos de idade e 1.80 m de altura, Bárbara estuda direito e trabalha como modelo. Há mais de um ano ela vem se preparando para o desafio internacional. “Assisti diversas vezes às últimas edições do concurso, fiz aulas de inglês, me preparei física e mentalmente”, conta a bela morena que reside com a mãe em Sinop, norte do Mato Grosso.